
Tuthmoses
Príncipe herdeiro da XVIII dinastia, filho de Amenófis III e da rainha Tye, irmão mais velho de Akhenaton. Renunciou ao trono para seguir o caminho sacerdotal. Ao abandonar o nome de Thot, tornou-se apenas Moses: o nascido de.
Escritor, pesquisador e viajante
Histórias que o tempo tentou apagar, contadas por quem foi até lá para ver.
Karnak, Luxor, 2022. Foto do autor.
“Eu estive lá. Caminhei por suas ruas, entrei em seus templos, senti o calor do deserto e o peso da história em cada pedra.”
Filipe Ataides, em O Segredo do SolO gaúcho curioso que saiu para ver o mundo com os próprios olhos e voltou com perguntas.
IIDois livros sobre o que ficou de fora da história que nos contaram: Moisés e Jesus.
IIIO canal das nossas viagens: Egito, Peru, Atacama, Dubai, África do Sul. É lá que a pesquisa começa.

“Vi com meus próprios olhos o que muitos só imaginam.”
Filipe Ataides, O Segredo do Sol
“Era como se o país inteiro estivesse tentando me contar algo que os dogmas decidiram esconder.”
“Uma verdade que gritava sob a areia, esperando alguém curioso e dedicado o suficiente pra escutar.”
A Esfinge de Gizé, 2022. Foto do autor.

Parte I
Filipe Ataides dos Santos é brasileiro, gaúcho de Porto Alegre, nascido em 1983. Um curioso nato, que sempre acreditou que o mundo começa onde termina o comodismo. Casado com Ana Paula desde 2002 e pai do Heitor, construiu sua história com os pés no chão e os olhos voltados para o horizonte.
Filho de comerciantes batalhadores, cresceu entre prateleiras e sonhos, aprendendo desde cedo que a realidade pode ser dura, mas nunca deve ser pequena. Com trabalho incansável, conquistou sua liberdade e partiu para realizar o maior desejo da infância: ver o mundo com os próprios olhos.
Viajou por diversos países, mergulhou em culturas e aprendeu a escutar o mundo, não com os ouvidos, mas com o coração. Dessa bagagem nasceram dois livros. Crente na beleza da vida e na força de Deus, ele escreve como vive: com intensidade, propósito e uma pitada de ousadia.
“Eu me chamo Filipe. E no Evangelho de João existe um homem com o meu nome que fez exatamente o que eu tento fazer neste livro. Filipe não discutiu, não levantou a voz, não tentou convencê-lo de nada. Respondeu com três palavras: Vem e vê.” Jesus, o homem que você não conhece
Parte II
Dois livros, uma mesma pergunta: o que ficou de fora da história que nos contaram?
“Tudo começou diante das pirâmides.”
O Segredo do Sol, capítulo 1
“Era fim de tarde, e o sol do Egito tingia de ouro as pedras milenares de Gizé.”
Gizé, 2022. Foto do autor.
A Grande Pirâmide

“Todo mundo tem medo do tempo; mas o tempo tem medo das pirâmides.”
Ditado egípcioErguida para o faraó Quéops, foi durante quase quatro mil anos a construção mais alta do mundo. Eu entrei nela, e saí de lá com mais perguntas do que respostas.

Volume I
A verdadeira jornada de Moisés
Você acha que conhece a história de Moisés? E se tudo o que foi dito até hoje for apenas parte da verdade?
Este livro não é uma releitura. É uma revelação. Filipe Ataides dos Santos mergulha fundo nas areias do tempo para resgatar aquilo que foi soterrado, não por acaso, mas por conveniência. Traições, conspirações, reviravoltas e verdades ocultas compõem uma trama mais empolgante que as melhores novelas mexicanas. Só que aqui, tudo é real.
O Egito, por séculos tratado como vilão, ressurge como o verdadeiro berço da fé monoteísta. A jornada de Moisés ganha uma nova luz: intensa, incômoda, transformadora. Prepare-se para confrontar dogmas, revisitar símbolos e descobrir o que foi escondido por milênios.
Porque a verdade sempre vence.
Disponível em todas as plataformas digitais.
ISBN 978-65-01-69865-6

Príncipe herdeiro da XVIII dinastia, filho de Amenófis III e da rainha Tye, irmão mais velho de Akhenaton. Renunciou ao trono para seguir o caminho sacerdotal. Ao abandonar o nome de Thot, tornou-se apenas Moses: o nascido de.

O faraó que rompeu com os sacerdotes de Amon, fundou Amarna e fez da luz o único altar. Depois de sua morte, arrancaram seu nome e seu rosto. No Egito, apagar o nome de alguém era matar a imortalidade.

O maior templo religioso da antiguidade. Seus sacerdotes acumulavam terras, riquezas e tributos e, em tempos de instabilidade, decidiam quem deveria governar. Um Estado dentro do Estado.

Nasceu como Imagem viva de Aton. Quando o pai morreu, os sacerdotes mudaram seu nome para Tutankhamon. A mensagem era clara: o faraó agora servia ao templo de Karnak.
“Numa manhã de fevereiro de 2022, eu desci até esta gruta.”
Jesus, o homem que você não conhece
O lugar onde, segundo uma tradição de muitos séculos, Jesus viveu com Maria e José, escondido de Herodes.
Cripta de Abu Serga, Cairo. Foto do autor.
Volume II
O homem que você não conhece
Os quatro evangelhos da sua Bíblia nunca disseram o nome dos avós de Jesus. Os primeiros cristãos sabiam.
Eles sabiam que Maria foi entregue ainda menina ao Templo de Jerusalém. Que José não era o carpinteiro humilde das pinturas, mas um construtor. Que Jesus nasceu numa gruta, e não num estábulo de madeira.
Estudei a origem das palavras nos textos originais, os costumes e as tradições daquele tempo. Estudei os textos que nasceram junto com os evangelhos do cânon e que, por algum motivo, ficaram fora da Bíblia compilada pela fé institucional. São essas histórias que eu vou te contar, para que você fique mais perto, e mais encantado, do maior ser humano que já pisou nesta terra.
“Eu conto, e você confia até o fim. Depois eu provo, e você decide.”
Dezenove capítulos, de Joaquim e Ana até a primeira testemunha da ressurreição.
Os jarros do deserto, Nag Hammadi, os guardiões esquecidos, a coroa e a cruz.
Lançamento em formato digital.
ISBN 978-65-02-42468-1

Carpinteiro não é uma palavra falsa. É uma palavra pequena demais. No grego dos evangelhos, José é um homem de pedra e de medida, e quem fala como Jesus fala aprendeu num canteiro de obras.

Todas as vozes antigas dizem a mesma coisa: gruta. Nenhuma fala em estábulo de madeira. No Cairo, diante do poço do qual a Sagrada Família bebeu, o autor se ajoelhou.

Inverno de 1946 para 1947. Um pastor atira uma pedra numa caverna de Qumran e ouve cerâmica se quebrando. Dentro dos jarros, rolos de couro enrolados em linho: os Manuscritos do Mar Morto.

A cruz verdadeira não tinha nada de bonito. Em 1968, em Jerusalém, encontraram o osso de um homem crucificado pelos romanos, com o cravo de ferro ainda preso. Isso não é lenda. É o relatório de uma execução.

Destaque
Durante dois mil anos, a cruz foi ficando bonita.
Virou ouro no altar, madeira envernizada na parede da sala, joia pendurada no pescoço. Ela é o símbolo mais conhecido da Terra. E, de tanto ser enfeitada, quase ninguém se lembra mais do que ela era.
A cruz verdadeira não tinha nada de bonito. Era a morte mais lenta, mais pública e mais vergonhosa que os romanos conheciam. Foi nela que morreu o homem deste livro.
Ele não morreu limpo, cercado de anjos. Morreu sujo de sangue, nu, com sede, humilhado com o objeto mais imundo de Roma. E morreu assim pelos irmãos que amava. Pelos que fugiram, pelos que negaram, pelos que riram. Por mim e por você.
“Ele morreu dizendo a verdade, e a verdade venceu.”
Jesus, o homem que você não conhece
Escultura do Crucificado. Fotografia de Mauro Fossati.
Parte III
Todas as viagens que fiz servem para conhecer as nações, as culturas e aprender algo que sempre foi fruto das minhas curiosidades.

O canal das nossas aventuras
O maior desejo da minha infância era ver o mundo com os próprios olhos. Foi diante das pirâmides, num fim de tarde, que nasceu a pergunta do meu primeiro livro. Desde então, viajar virou o meu jeito de pesquisar: ir até lá, ver, tocar a pedra e voltar com perguntas novas.
Cada viagem vira um filme no canal Ataides pelo Mundo, gravado por mim e pela minha família. Estão todos aqui.





A cinemateca
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